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Radioablação, técnica minimamente invasiva para tratar nódulos da tireoide

Técnica minimamente invasiva que tem sido utilizada no tratamento das doenças  que afetam a tireoide. A rádio Ablação e uma técnica alternativa para tratamento dos nódulos tiroidianos benignos. Os físicos podem ser preferencialmente tratados por alcoolizacao. O procedimento é realizado guiado por Ultra-sonografia, sob sedação, sem a necessidade de cortes, portanto sem cicatriz.

A radioablação é feita sob anestesia local e sedação, não deixa cicatriz, há bons resultados, com baixa taxa de complicações, e não causa o hipotireoidismo. A radiofrequência eleva a temperatura dentro do nódulo a fim de destruí-lo, mas o restante do parênquima glandular é preservado. 

“A radioablação, ou ablação por radiofrequência, é indicada para nódulos benignos, comprovadamente benignos através de punção. Neoplasias malignas ou suspeitas, normalmente não são tratadas através de radioablação”. (Dr. Gabriel Carletto, médico especialista em cirurgia de cabeça e pescoço)

No Brasil, a radioablação vem sendo utilizada para tratar lesões hepáticas, lesões metastáticas e lesões renais. A tireoide começou a ser tratada há cerca de seis meses a um ano. A recuperação é bem tranquila, são usados analgésicos e anti-inflamatórios e o paciente pode se alimentar normalmente. 

Vale lembrar, que é preciso realizar alguns exames antes de realizar a radioablação da tireoide. “Primeiramente, o diagnóstico citológico benigno. Ultrassom de tireoide e do pescoço. As dosagens hormonais tireoidianas. Exames pré operatórios simples: raio X, eletrocardiograma, laboratórios, assim como avaliação pré anestésica”, finaliza Dr. Gabriel Carletto.